Royal Enfield

Conheça esta lendária motocicleta

Royal Enfield MOTO TOUR HIMALAIASRoyal Enfield MOTO TOUR HIMALAIASRoyal Enfield MOTO TOUR HIMALAIASRoyal Enfield MOTO TOUR HIMALAIAS

O tour começará na panorâmica Manali, uma bela cidade montanhosa às margens do rio Beas no extremo norte da India, já a 2.050 metros de altitude. Teremos aqui a oportunidade de fazer o reconhecimento do equipamento, a motocicleta ROYAL ENFIELD passeando pela turística Manali.

A Royal Enfield

Andar em uma Royal Enfield é como degustar de uma saborosa refeição. A muito tempo o relacionamento dos pilotos com estas máquinas excedeu o conceito de um hobby e e atração, para se converter em um próprio estilo de vida.

Seu ruído característico é cativante entre os mais devotados a pilotar, o que a torna uma excelente opção para aqueles que desejam saborear a jornada, antes de chegar ao destino?

Isto é mais do que verdadeiro entre os indianos, apaixonados por suas motos. Relação perfeita que os fazem cruzar os Himalaias com a Royal Enfield em destinos incríveis, apenas conhecidos por aqueles que ousam em seus corações a essas aventuras.

Royal Enfield – História

Em sua épica jornada de mais de um século, a marca Royal Enfield se consagra como uma das mais emblemáticas motos do mundo, sempre destacando em sua história a qualidade da originalidade, desafiando os “convencionalismos” da indústria automobilística.
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Royal Enfield foi fundada no Reino Unido em 1892, iniciou a sua atividade, fazendo bicicletas. A criação da primeira moto foi em 1901 em Redditch na Inglaterra e no período da Primeira Guerra mundial, ela continuou com vários modelos a despeito da suspensão da produção naqueles difíceis anos.
Desta forma em 1920 , exitosamente inovou com novos motores, novas produções esportivas. A primeira Bullet foi criada em 1932, com motores monocilíndricos com válvulas expostas, num design mais moderno, provando também resistência e versatilidade, foi o marco da cultura da Royal Enfield.

Outro marco importante, quando em 1953,

Madras Motores, industria automobilística indiana, compra algumas motos Royal Enfield, a Bullet 350 cc, para fornecer ao exército indiano. E posteriormente em 1955 ganha licença para fabricar a Bullet.

Durante a década de 60 a marca se expandiu lançando as GT Café Racer e a 700 cc, revelando uma nova atitude dos jovens motociclistas nas estradas.

A produção em série na Índia continuou em expansão suprimindo inclusive a demanda de um novo movimento de motos clássicas que começaram a ressurgir na Inglaterra. Assim a próxima década assistiu ao florescimento do mercado de exportação para nações europeias.

Como consequência do aquecimento desta nova cultura, o que aconteceu foi uma promissora década de novas motos, sonhos e atitudes que fizeram surgir os primeiros grupos e turismo para os Himalaias e Rajastão.

Viajar com uma Bullet pela Índia se converteu num dos maiores desejos dos entusiastas do motociclismo.

No ano de 2005 a Índia celebrou os 50 anos da legendária Bullet, um verdadeiro ícone das pistas indianas.

Imagine se você pudesse voltar no tempo e comprar, zero quilômetro, os carros e motos antigos que povoam seus sonhos.

Royal Enfield Classic, uma moto fabricada praticamente sem alterações desde 1955.

A seguir em 2011, foi decisivo marco na história, a fundação da segunda fábrica da Royal Enfield em Chennai (Madras), com alta tecnologia e produção artesanal lado a lado, para uma produção impecável mantendo o especial toque humano para cada motocicleta.
Tudo isto torna a moto Bullet Royal Enfield a mais antiga do mundo em contínua produção, testemunho de uma marca que não deixará de estar presente pelos próximos tempos.

Vamos explorar um pouco esta máquina que estaremos pilotando

Modelo que será usado em nosso Tour:
Royal Enfield Clássica 500cc


A Clássica 500cc nos transporta aos anos 50 enquanto se destaca pela modernidade de seus recursos. Seu desenho é austero e o protagonista é seu frontal com um grande visor – olhos de tigre.

Câmbio de 5 marchas, freio e pedal no pé direito e possui um tanque de depósito de 13 litros. No lado esquerdo encontra-se bateria e caixa de ferramentas e a eletrônica do motor, na direita filtros de ar e ponte de ignição.

Conta com um monocilíndrico refrigerado de 499 centímetros cúbicos, alimentado por injeção eletrônica de 28 cavalos.

No motor contamos com ignição eletrônica e partida eletrônica, nisso conservando o modelo clássico.

Pneus com 90 de frente e 110 de trás não perdemos agilidade. O câmbio de marchas é preciso, motor doce, com um câmbio de giro comparável com uma scooter.

Mantendo a postura, pois a moto é estreita, não haverá espaço para desconforto e assim que partimos o som que se desprende é embriagador e seu funcionamento é muito mais leve do que se poderia supor num primeiro momento. Com esta moto desfrutamos do trajeto.